Estúdio Roque Pense! está no ar

Estúdio Roque Pense! está no ar

A primeira temporada do programa web Estúdio Roque Pense! Está no ar, com as convidadas: Sara Não Tem Nome, Banda Gente, Def e Canto Cego. Os quatro episódios no Canal Roque Pense!, no Youtube, trazem sessions gravadas no Estúdio de Música da Rádio Kaxinawá, em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, além de entrevistas com as artistas sobre suas trajetórias, processos de criação e produção musical.Sara Não Tem Nome, apresentou duas músicas do próximo disco – Deja-vú, em que a compositora mineira aborda o momento político atual, e Revés: Volte 4 casas. A Banda Gente trouxe toda a força da vocalista, Iolly Amancio, com um rock brasileiríssimo e original da Baixada Fluminense, visceral na música – Samba do Trem. A Def é uma banda nova que está se revelando no circuito independente fluminense, com um EP lançado recentemente – Sobre os Prédios que Derrubei Tentando Salvar o Dia, onde a guitarrista Deb assume os vocais. A Canto Cego vem de um circuito forte da produção fluminense com o disco de estreia super bem produzido, Valente, com o peso de um bom rockão misturado a marca poética da vocalista Roberta Dittz. Além da música o Canal se propõem a debater questões pertinentes as mulheres no circuito independente, e nesta temporada o tema é violência doméstica, através da campanha #AmorSimAbusoNão onde coletivos e ativistas falam sobre os relacionamentos abusivos e a violência psicológica. Estratégias de enfrentamento, como as alianças entre mulheres, e a romantização do abuso na cultura foram questões abordadas pelos coletivos Deixa Ela Em Paz e Comigo Ninguém Pode, ambos do Rio de Janeiro, Flores de Dan, da Bahia, e pelas convidadas Ana Lucia Resende, do Espírito Santo e Sofia Soter, co-fundadora da Revista Capitolina. Todo este conteúdo foi criado e produzido por uma equipe composta por mulheres profissionais do audiovisual, da produção cultural e das artes, que ocupou a ficha técnica para além de uma equidade de gênero marcada por números. O estúdio contava com as Diretoras Angela Donini e Taís Lobo, e as videomakers Flávia Vianna e Marina Cavalcanti. A Direção de Arte de Bia Pimenta garantiu um cenário incrível junto com Nathalie Ribeiro que dirigiu os conteúdos midáticos. A identidade visual foi criada pelas Desgnlinhadas, uma iniciativa das designers Elaine Rodrigues e Nathalie Peixoto. A abertura do programa web e da campanha trazem animações de Pamela Peregrino, com trilha sonora de Sara Não Tem Nome. A pesquisa de conteúdo e a direção de produção é assinada pela produtora cultural Giordana Moreira, com a assistência de produção de Bruna Silvestre. Daniella Martins deu um sacode em nosso site, e na equipe técnica Jon Thomaz colaborou com a iluminação e a elétrica, Gabriel Mattos e Gilberto Nascimento como técnicos de som. A Terreiro de Ideias: Arte, Comunicação e Cultura, assinou mais uma vez a Produção Executiva para ficar tudo classe. Dessa experiência, ainda incomum, de uma maioria técnica feminina, pudemos aplicar novos modos de fazer, com valores feministas de sororidade, respeito, apoio e compartilhamento de conhecimentos. E esta é primeira temporada de muitas! Curta e compartilhe um rock com...

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#AmorSimAbusoNão!

#AmorSimAbusoNão!

Compartilhando nossas experiências e vivências, entre nós, colaboradoras e público, hoje sabemos que, na juventude, a agressão fisica não é tolerada, no entanto, a violencia psicologica se revela nas relações entre individuos, seja em casa, na universidade, no trabalho, no coletivo ou nas relações amorosas. Por isso entra em cena a campanha #AmorSimAbusoNão, sobre relacionamentos abusivos e a violência psicológica contra a mulher. A campanha vai ao ar durante a primeira temporada do programa web Estúdio RP!, exibido pelo Canal RP! – no Youtube – e em nossas redes, junto com as ações desenvolvidas pela rede de enfrentamento a violência domestica promovida pelo Fundo Fale Sem Medo, parceria entre o Fundo Elas e Instituto Avon, que apoia o projeto. Não sabe, mas o abuso e o assédio emocional são agressões psicologicas que machucam e até matam, e são violências previstas no Artigo 7, Parágrafo II da da Lei 11.340, a Lei Maria da Penha. Precisamos desromantizar os relacionamentos abusivos e desnaturalizar as violências psicológicas cotidianas, conhecer e nos responsabilizar sobre essa grave face da violencia domestica. Acompanhe o Canal Roque Pense!, no Youtube e nossas redes, compartilhe esta campanha com sua família, amigos, amigas, crushs e afins, porque aqui nesse rolê...

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Canal Roque Pense!

Canal Roque Pense!

Apresentamos a todos o Canal Roque Pense! Que chega para expandir a experiência de uma cultura antissexista, da Baixada Fluminense para o mundo! Assim como o Festival, o Canal RP! – no Youtube – discute o acesso das mulheres aos meios de produção e consumo de bens encarando as desigualdades de gênero e empoderando mulheres profissionais da arte e da cultura. Através do Canal RP! abrimos outras possibilidades de acesso do público e conexão entre artistas e realizadoras no suporte mais legal e contemporâneo para a música independente: a internet! O Estúdio Roque Pense! é o nosso primeiro programa web, traz artistas solos e bandas com integrantes mulheres que apresentam-se ao vivo em estúdio e falam sobre sua obra e trajetória. E, nesse universo ainda majoritariamente ocupado por homens, aqui o conteúdo é produzido por profissionais mulheres dos campos do Audiovisual, das Artes, da Música, da Produção Cultural e da Cultura Digital. Mas, é claro que, quando falamos de cultura antissexista sabemos como é urgente falar sobre violência doméstica! Na trajetória da Rede Roque Pense!, junto a um público majoritariamente jovem e feminino, percebemos que a violência fisica não é tolerada, e a violência psicológica vem à tona através do abuso e do assédio emocional, seja nas relações amorosas ou não, em casa, na universidade, no trabalho, no coletivo. A campanha #AmorSimAbusoNão aborda os relacionamentos abusivos e a violência psicológica, durante o Estudio RP! e em nossas redes. A ação faz parte dos 16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, uma mobilização mundial que participamos junto com a rede de enfrentamento à violência doméstica promovida pelo Fundo Fale Sem Medo, uma parceria do Fundo Elas e Instituto Avon, que apoiam este projeto. Há cinco anos o Roque Pense! nasceu da rede afetiva e cultural da Baixada Fluminense, realizando o Festival, a Rádio Web, o Boletim e o Laboratório RP! em um processo que o consolidou como um movimento essencialmente feminista. Hoje somos uma rede de mulheres criativas que produzem suas próprias histórias no circuito independente e antissexista. Então, é pra anotar na agenda: estreia dia 17 de novembro, com exibição da primeira temporada até dezembro de 2016, fiquem ligades! #CanalRoquePense, #AmorSimAbusoNão, #ElasPeloFimdaViolência, #FaleSemMedo, #16DiasdeAtivismo, #21DiasdeAtivismo,...

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Produção Cultural Antissexista

Produção Cultural Antissexista

Com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e a Produção Executiva da Terreiro de Ideias: Arte, Comunicação e Cultura, foi realizado um ciclo de encontros, com a participação de mulheres e não bináries, totalizando 133 inscrições. Um grande público era esperado, porque muitas garotas buscam o RP! para saber sobre feminismo ou produzir arte e cultura nas suas cidades. No entanto a quantidade de participantes superou as expectativas em mais de 100%. As sociólogas Amália Fischer, representante do Fundo Elas e Ana Paula Alves Ribeiro, educadora da UERJ | FEBF, provocaram os dois primeiros debates: Pensando o Feminismo e Feminismo Negro. Nos encontros: Garotas, Música e a Experiência do Roque Pense! e Produção Cultural Periférica e Feminismo artistas, ativistas, professoras e estudantes compartilharam falas sobre os princípios feministas e as técnicas em produção cultural, com ênfase nas experiências das mulheres no universo da cultura urbana em diferentes territórios periféricos da metrópole. O último encontro – Produção Colaborativa das Minas – foi um espaço para a criação e produção coletiva do evento que encerrou o Laboratório: “Pense! Feira de Cultura Feminista ”, que aconteceu no dia 20 de maio na Praça do Pacificador, em Duque de Caxias. A Feira recebeu a primeira apresentação das palhaças da cia circense Sol Sem Dó, numa inédita performance de palhaçaria feminista. A banda Pornograma e o grupo de rap Minas de Fato, ambas de Duque de Caxias, dominaram o palco, junto com a banda DEF, que tocou pela primeira vez na cidade. A feira reuniu expositoras em artes visuais, gastronomia, poesia, moda e artesanato, ao som da DJs Sassá e Feminoise. Ainda tivemos e o lançamento de mais um número do “Boletim Roque Pense!” e a performance lacradora da artista Jec Barbosa. Uma das atrações mais celebradas foi a primeira sessão do “Facção Feminista Cineclube” criado durante o processo do Laboratório, e que se consolida como um novo coletivo feminista da região realizando sessões itinerantes, um dos legados provocados pela prática da colaboração entre mulheres. Assinam esta produção antissexista, periférica e feminista: Giordana Moreira, Dani Francisco, Nathalie Ribeiro, Tatch Pereira, Julianne Rodrigues, Nicole Peixoto, Nathalie Peixoto, Ana Grimm, Leticia Lisboa, Clara de Deus, Sassá Souza, Jec Barbosa, Bia Pimenta, Ana Paula Azevedo, Monica Braga, Elaine Alvez, Liz Moraes, Fernanda Miranda e Bia...

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Festival Roque Pense! 2015

Festival Roque Pense! 2015

Mulheres de várias partes do país celebraram o Dia da Mulher na Baixada Fluminense, tocando rock e decretando: Violência doméstica não sou obrigada! A terceira edição do Festival Roque Pense! foi uma das maiores mobilizações entorno do Dia 8 de março no Rio de Janeiro, aconteceu de 5 a 8 de março na Praça do Pacificador, em Duque de Caxias. Uma grande conquista para as jovens que tem o rock e a cultura urbana como uma forma de se libertar. A abertura, dia 5 de março, foi direto ao ponto: debateu o tema do Festival “Garotas, Roque e Novas Ideias por uma Baixada sem violência”, na Biblioteca Leonel Brizola. A Roda de Ideias teve a participação de Luciana Campello (Fundo Elas), Jussara Ribeiro (Blogueiras Feministas) e a feminista que é referencia no Brasil, Schuma Schumaher. A apresentação da andorinha só, Ive Seixas, encerrou a noite com atitude, voz e violão. O primeiro dia de shows, sexta-feira dia 6 de março, foi no incrível palco do Teatro Raul Cortez, com uma luz e um som dedicados especialmente para destacar o trabalho autoral de roqueiras potentes, com um publico presente na Praça do Pacificador, que compareceu apesar da chuva insistente. Melyra A primeira banda a se inscrever abriu o festival, Indiscispline, com a baterista de Nova Iguaçu Ale De La Vega, mostrou o que esperar do FRP!: rock pesado! De São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, a Join The Dance mostrou a cena underground das periferias fluminenses. foi mais uma banda de metal composta somente por mulheres que vem pôr abaixo a suposta discrepância entre rock pesado e o feminino. A banda Drenna deu um show de rock and roll nervoso com muito vigor, onde a vocalista dividiu o comando do palco e solos de guitarra com os músicos performáticos da sua banda, tanto que retornou na noite seguinte para um pocket pedido pela galera. O live painting ficou por conta da artista visual de Recife, Gabi Bruce, da Flores do Brasil, que grafitou uma palavra de ordem do festival 2015: Sororidade! No sábado, dia 7 de março, a tarde começou com as oficinas de produção cultural. Gabi Bruce compartilhou suas técnicas da rua para produção de lambe lambe a baixo custo, e as mulheres do Cineclube Mate com Angu, Sabrina Bittencourt, Geo Abreu, Fabiane Albuquerque e Manu Castilho, ministraram uma oficina de videoclipe focada na participação das mulheres na produção audiovisual. Porém, a maior surpresa desta atividade foi a lotação esgotada de participantes, muitas garotas querendo conhecer o feminismo e criar coletivos. Jovens de 15 a 22 anos em média, dispostas e entender e encarar o machismo encontraram ali um espaço livre, companhia e técnicas, para multiplicar nos seus ambientes. A banda Flip Chicks, veio de São Paulo pata tocar pela primeira vez para um publico que lotou a Praça do Pacificador para o segundo dia de shows. Uma curiosidade é que o festival é marcado por duplas incríveis. E nesta edição a dupla da Street Cats, do Rio Grande do Sul, trouxe a musa noise, Gi Cognato novamente para os palcos do RP!, ela já havia participado com sua outra banda, a Badhoneys, na primeira edição em 2012: “Fico feliz em ver que o festival cresceu em sua estrutura, mas o cuidado e a valorização da banda...

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